COVID-19: o nosso mundo voltará a ser o que era?

Foi confirmado, a 17 de novembro de 2019, o primeiro caso conhecido do novo coronavírus (Sar-CoV-2). Diagnosticado em Wuhan, capital e a maior cidade da província de Hubei na China. Um mês depois o mundo já enfrentava uma pandemia na Ásia Oriental que rapidamente alastra ao resto do mundo.

Passado um ano foram infetadas cerca de 80 milhões de pessoas, recuperaram 45 e faleceram 1.8 milhões em todo o mundo e, à data de hoje (8 de Fevereiro de 2021) foram infetadas mais de 106 milhões de pessoas, das quais cerca de metade já recuperaram, e falecido mais de 2.3 milhões. A crise da COVID-19 é um desafio sem precedentes para as nossas sociedades. Os sintomas da COVID-19 são vários e confundem-se com os sintomas de uma gripe ou de uma simples constipação. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização. A vacina foi desenvolvida em tempo recorde por diversas farmacêuticas, e começou a ser administrada no final de 2020 / início de 2021 em diversos países.

Devido ao “Grande Confinamento”, que deixou cidades de todo o mundo desertas, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê, uma queda de 3% na economia mundial, arrastada por uma contração de 5,9% nos Estados Unidos, de 7,5% na zona euro e de 5,2% no Japão. No entanto, estes dados podem piorar drasticamente, a terceira vaga da pandemia que se faz sentir por toda a Europa e as novas medidas restritivas já estão a ter consequências visíveis nos diversos sectores da economia.

Ainda não é previsível o final desta pandemia. Contudo, neste momento, já podemos constatar uma certeza: “após o coronavírus, o mundo não voltará a ser o que era”.

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