Gestão do risco e da emergência
Maria do Céu Almeida (Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Portugal)
& Georgios Tsionis (EC, Joint Research Centre, Italy)
Esta sessão destina-se a abordar questões relacionadas com a gestão do risco e da emergência, abrangendo perspetivas conceptuais e operacionais, assim como aplicações. A integração da gestão do risco e da emergência, frequentemente com abordagens distintas, é também um tópico central desta sessão.
Riscos urbanos induzidos por fenómenos naturais
José Madeira (Universidade de Lisboa, Portugal)
& Olga Petrucci (Research Institute for Geo-Hydrological Protection, Italy)
A sessão tem como objetivo reunir comunicações sobre como lidar com desastres naturais no ambiente urbano por meio de abordagens estruturais e não estruturais. Contribuições para ambas as experiências, já em andamento, e destaques sobre possíveis abordagens para melhorar a sustentabilidade urbana são bem-vindas.
Infraestruturas críticas e efeitos em cascata
José António Campos Matos (Universidade do Minho, Portugal)
& Boulent Imam (University of Surrey, United Kingdom)
O objetivo desta sessão é apresentar procedimentos qualitativos e quantitativos para a investigação de efeitos em cascata em sistemas de infraestruturas críticas, as quais estão a tornar-se cada vez mais interdependentes. É necessário desenvolver um procedimento alargado baseado em sistemas resilientes refletindo a crescente interdependência das infraestruturas (de transporte, de energia, de água e digitais) para garantir a sustentabilidade dos sistemas nos quais os países confiam.
Riscos ambientais urbanos, saúde e sustentabilidade
Paula Santana (Universidade de Coimbra, Portugal)
& Pablo Fernández de Arroyabe (Universidad de Cantabria, Spain)
Esta sessão será dedicada à análise dos factores de risco, aos desafios e às oportunidades relativos à saúde (ou à doença) e à sustentabilidade das cidades. A rápida urbanização, especificamente quando não planeada, enfrenta vários desafios ambientais, com impactos negativos na saúde, onde se incluem a contaminação do ar, água e solo. A expansão descontrolada das áreas urbanas pode contribuir para o congestionamento do trafego, com implicações na qualidade do ar e do ruido, afectando a saúde pública e a produtividade dos seus habitantes. Estes factores de risco ambientais podem ser amplificados pelas mudanças climáticas, aumentando potencialmente a frequência e a severidade de eventos climáticos extremos.
Proteção do património cultural
e centros históricos contra os riscos
Xavier Romão (Universidade do Porto, Portugal)
& Chiara Bertolin (Norwegian University of Science and Technology, Norway)
Esta sessão irá abordar temas relacionados com a proteção do património cultural e dos centros históricos contra catástrofes. Espera-se que a sessão contribua para um melhor entendimento sobre a importância de temas como o estado de conservação, a autenticidade, os riscos e a resiliência no contexto do património cultural e dos centros históricos, tal como das ações de prevenção, preparação e emergência que reduzam o impacto das catástrofes nesses bens.
Riscos sociais num mundo em mudança
Rui Gaspar (Universidade Católica Portuguesa, Portugal)
& Raquel Bohn Bertolo (Aix-Marseille University, France)
A Análise de Risco nos dias de hoje exige abordagens interdisciplinares e multidisciplinares para responder aos riscos sociais sistémicos, amplificados por grandes mudanças cada vez mais rápidas nos sistemas socioecológicos. Nesta sessão deverão ser apresentadas abordagens multi-métodos e métodos inovadores para coleta e análise de dados, para enfrentar os desafios atuais e futuros. Assuntos específicos podem incluir: Riscos naturais e tecnológicos emergentes; Amplificação social de riscos, média e redes sociais; Capacidade de lidar com crises e resiliência; Risco, incerteza e tomada de decisão; Percepção de risco e comunicação.
Participação pública e comunicação do risco
Ana Delicado (Universidade de Lisboa, Portugal)
& Christian Oltra (CIEMAT, Centro de Investigaciones Sociotecnicas, Spain)
Nesta sessão serão abordados temas sobre qualquer aspeto da comunicação de riscos e do envolvimento dos cidadãos nos riscos urbanos ambientais, naturais e tecnológicos. As visões tradicionais sustentavam que o risco deveria ser avaliado pelos cientistas, as decisões tomadas por políticos e os cidadãos convencidos de que sua segurança estava em boas mãos e tudo o que precisavam de fazer era confiar nas avaliações e decisões tecnocráticas tomadas em seu nome. No entanto, os cidadãos deixaram de ser vistos como passivos quando enfrentam qualquer risco, mas sim como agentes ativos que devem estar envolvidos nas decisões e ações para lidar com os riscos.
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